Henry Thoreau em Walden...
“A maioria dos homens vivem vidas de silencioso desespero”
Tragtenberg e a educação.
“A autogestão pedagógica teria o mérito de devolver à universidade um sentido de existência, qual seja: a definição de um aprendizado fundado numa motivação participativa e não no decorar determinados “clichês”, repetidos semestralmente nas provas que nada provam, nos exames que nada examinam, mesmo porque o aluno sai da universidade com a sensação de estar mais velho, com um dado a mais: o diploma acreditativo que em si perde valor na medida em que perde sua raridade” – Maurício Tragtenberg.
Seria Marilyn Monroe?
“Mulheres de vestido baby-doll, fitas e laços que não combinavam com suas personalidades, comiam os primeiros brotos de samambaia da estação, e a fragrância de comida cara se misturava aos arrotos dos táxis e o hálito lascivo do metrô que levantava as saias das garotas de roupas primveris fazendo-as pensar se era assim que Marilyn Monroe tinha se sentido - talvez não, talvez não…” (pag 73, O Legado da Perda - Kiran Desai.
Canção de Saudade - Cartola
Canção de Saudade
Composição: CartolaTudo de alegrias e de tristezas conheci,
Coisas do amor e do sofrer, eu já senti,
Nada me transforma a alegria de viver,
Ver a noite vir e sorrir, ao sol nascer,
Vivo esperando o novo dia,
Que irá trazer a luz, que sempre ficará !
Nascia Jean-Jacques Rousseau em 28 de junho de 1712
“Bastará nunca sermos injustos para estarmos sempre inocentes?”
Nem tão materialista assim...
“A dominação da essência objetiva em mim, a irrupção sensível da minha atividade essencial é a paixão” (Karl Marx - Manuscritos Econômicos e Filosóficos AQUI - 1844 - p.113).
Fernando Pessoa ajudou-me quando conheci ela...
Levava eu um jarrinho
Pra ir buscar vinho
Levava um tostão
Pra comprar pão:
E levava uma fita
Para ir bonita.
Correu atrás
De mim um rapaz:
Foi o jarro pra o chão,
Perdi o tostão,
Rasgou-se-me a fita…
Vejam que desdita!
Se eu não levasse um jarrinho,
Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse uma fita
Pra ir bonita,
Nem corresse atrás
De mim um rapaz
Para ver o que eu fazia,
Nada disto acontecia.
(Fernando Pessoa)
O que esperar... mas
“Há tantas auroras que não brilharam ainda” (Rigveda) - AQUI.
O touro Kujata de Jorge Luis Borges e seus Seres Imaginários
O Touro Kujata - Segundo um mito islâmico, Kujata é um grande touro dotado de quatro mil olhos, de quatro mil orelhas, de quatro mil ventas, de quatro mil bocas, de quatro mil línguas e de quatro mil pés. Para ir de um a outro olho, ou de uma orelha a outra bastam quinhentos anos. Quem sustenta Kujata é o peixe Bahamut; sobre o lombo do touro há uma rocha de rubi, sobre a rocha um anjo e sobre o anjo nossa terra.
Minha alma é nômade.
“De alma nômade convivo pacificamente com os limites de meu corpo, sei que a limitação de não poder voar não é um limite físico, mas sim, uma incapacidade de enxergar o que existe a mais. Meu nomadismo prosseguirá portanto nesse ambiente virtual, local onde por vezes me sinto potencializado mesmo que ainda cético sobre tal.”

